22 de out. de 2020

Coerência, não dualismo

José Bernardo.

Uma das causas da falha de liderança nos governos, é a concentração das responsabilidades de planejar e executar. Muitas empresas são mais eficientes do que os governos, até nos serviços reconhecidamente públicos, pois têm pessoas dedicadas a planejar, decidir e supervisionar e outras a produzir e distribuir. Mas esse dualismo não funciona nas regiões celestiais. Tiago, inspirado por Deus, estabeleceu que “Assim também a fé, por si só, se não for acompanhada de obras, está morta” Tg 2:17. Ele não disse que as obras salvam, mas que a fé para salvação se revela nas obras, ou seja, as ações revelam nossas convicções. ‘Faça o que eu digo, não o que eu faço’, ‘meu dom é glorificar, o seu é evangelizar’, são incoerências reprováveis na liderança ministerial. Não seja condenado naquilo que aprova. Certifique-se de que suas convicções gerem expectativas que impulsionem escolhas decisivas. Isto é liderança bíblica.

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