10 de fev de 2016

Re-evangelização

José Bernardo

A re-evangelização foi tema constante para Ratzinger, principalmente depois que sentou-se no trono do Vaticano. A Europa secularizada chamou sua atenção e ele se esforçou por conciliar a razão e a fé romana e re-evangelizar os afastados. No Brasil, o desafio foi o êxodo de católicos para o evangelicalismo. Agora são os evangélicos que devem evangelizar novamente o crescente número de crentes nominais e dos chamados ‘desviados’.

Sem querer ser original, tenho insistido na re-evangelização desde que constatamos que um terço dos crentes entrevistados, que já estava na igreja como criança ou adolescente, ficou fora por algum tempo (SUPER20). O número dos que nunca retornaram pode ser até maior. Depois, em 2011, também identificamos que 17,11% das pessoas que se declararam evangélicas definiram-se como ‘não praticantes’ (Total Evangelization).

Apesar dos novos fenômenos, a re-evangelização é uma prática bíblica, ocupou todo o ministério de Jesus e dos apóstolos: ‘falta-te ainda uma coisa’. Chamar religiosos a uma fé verdadeira é uma vocação para líderes cristãos de qualquer tempo.

"Cristo e o jovem rico"  Heinrich Hofmann, 1889.
Da vocação para a prática, durante o burburinho da 18ª Consciência Cristã (fev/16), com centenas de jovens e adolescentes vagando pelo espaço da conferência, capacitamos 30 jovens para a reevangelização e eles abordaram 300 pessoas em cerca de 5 horas de trabalho durante quatro dias do evento. Os resultados foram animadores.
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José Bernardo, fundou e preside a Agência Missionária de Mobilização Evangelística - AMME, ministério que já ajudou mais de 50 mil igrejas em todo o Brasil a apresentar o Evangelho a mais de 130 milhões de pessoas.

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