22 de jan de 2014

Vocações III – Aos missionários

3'40'' minutos de leitura
Aos homens e mulheres que foram dados à Igreja como resposta da oração por trabalhadores para a grande colheita, alegria e paz no Senhor pelos frutos que vocês apresentam. Sempre que tenho conversado com vocês, ouço o clamor por mais obreiros. Sabemos que as vocações estão diminuindo rapidamente nos últimos anos, e é sobre isso que desejo falar.

Temos uma grande responsabilidade na falta de trabalhadores para missões. Cada um de nós deve considerar o chamado e desenvolvimento de novos obreiros como um dos objetivos do ministério. Devemos estar conscientes de nossa responsabilidade em encantar jovens para nosso trabalho, mas muitos têm procedido de modo a afastá-los.

Os jovens olham para o futuro e querem ver a possibilidade de se casarem, de criarem filhos e de se realizarem como pessoas. Se lhes dermos a impressão de que isso é impossível em missões, eles não escolherão essa carreira. Um bom modelo para nós é o apóstolo Paulo. Ele chamou Timóteo no final da adolescência e o treinou e colocou no ministério durante a juventude. Ao despedir-se de seu discípulo Paulo ainda insistia com ele nas vantagens do ministério e, apesar das enormes dificuldades que estava enfrentando na vida pessoal e ministerial, continuava fazendo o ministério parecer a excelente opção que é.

Um texto em que Paulo aparece fazendo isso muito bem é o famoso: “Combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé. Agora me está reservada a coroa da justiça...” 2Tm 4:7,8. Ao finalizar seu ministério, faltando poucas semanas para ser assassinado pelo Evangelho, Paulo fala da carreira ministerial de modo extremamente atraente. Ele usa três figuras do esporte para fazer o ministério parecer desafiadoramente interessante: a luta marcial, a corrida de resistência e a fidelidade às normas. Ele também chama a atenção para as elevadas características que se exigem do obreiro cristão: ele deve ser um bom lutador, precisa ser resistente e também fiel. Finalmente o apóstolo ainda apresenta o ministério como algo que vale a pena quando menciona a coroa que é oferecida a todos que valorizam o Reino de Cristo, sobretudo.

A maioria de nós tem passado por grandes dificuldades no ministério. Como o apóstolo Paulo, temos sido desapossados, desprezados, traídos, ameaçados e vemos com tristeza a fraqueza e descompromisso das pessoas para quem ministramos. Ainda assim, devemos achar tal alegria em viver para o Senhor que possamos falar do ministério de um modo que seja atraente para eles. Eu pessoalmente quero ver alguns jovens deixarem carreiras de menor importância como a engenharia, a medicina ou comunicação social para se dedicarem a obter resultados eternos que sejam recompensados com a coroa da justiça.

Nesse intuito escrevi recentemente o livro ‘Subindo para missões’ que promove a excelência da vocação ministerial e a importância da qualificação. Esse livro pode ser baixado em http://www.evangelizabrasil.com/?p=22947. Também iniciei um grupo para vocacionados no FaceBook para apoiar os sonhos, planos e ações de quem já ouviu o chamado de Deus (www.fb.com/groups/enviamme). Temos organizado, ainda, a AMME Evangelizar como uma agência missionária para cooperar com igrejas e missionários que desejem se dedicar à mobilização evangelística da Igreja Brasileira para alcançar o mundo. Espero que assim possamos colaborar para que mais jovens decidam santificar suas vidas ao Senhorio de Cristo.

Seu para evangelizarmos todo mundo,

José Bernardo
AMME Evangelizar.

Se o meu ministério tem sido uma bênção para você e deseja cooperar financeiramente, deposite sua oferta para José Bernardo, Banco Itaú, ag. 3785, c/c 07051-1.

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